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Coletor de dados, “remédio” para controlar o estoque farma

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18 de novembro de 2020

O Brasil ocupa o ranking dos top 10 entre os principais mercados farmacêuticos no mundo. São centenas de indústrias e mais de 80 mil farmácias e drogarias espalhadas pelo país, segundo dados das principais entidades do setor, como o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) e o Conselho Federal de Farmácia (CRF). O canal ainda conta com distribuidoras e operadores logísticos que atuam de maneira focada no setor. Para todos eles, automação é palavra de ordem e um item mandatório. E nesse cenário, controle de estoque com coletor de dados, para qualquer uma das pontas da cadeia, é uma realidade cada vez mais presente nas empresas do mercado farma.

 

Os coletores de dados têm sido amplamente adotados, pois funcionam como um “santo remédio” na gestão das operações, gerando inúmeros benefícios para os processos envolvidos na gestão de armazenamento de mercadorias (medicamentos, produtos de beleza e higiene, etc). Um controle de estoque eficiente na indústria, farmácias e drogarias, por exemplo, permite que elas tenham a quantidade certa de estoque no lugar certo no momento certo. Trocando em miúdos, nada de prejuízos.

 

Saber exatamente o que está disponível em estoque com o coletor de dados ajuda o dono de farmácia a entender o que comprar, quando fazê-lo e o volume a ser adquirido. Afinal, isso é essencial para evitar o descompasso entre estar preparado para atender às demandas dos clientes e investir dinheiro de maneira descontrolada em itens, por exemplo, que não têm muita saída.

 

Conferência mais rápida com coletor de dados

 

Ao fazer controle de estoque com o uso do coletor de dados, os gestores dão aos seus colaboradores mais mobilidade tecnológica. E oferecendo um equipamento de alta resistência e performance, eles permitem que inventários e conferências sejam realizados de maneira muito mais ágil e produtiva, gerando informações com qualidade e praticamente sem erros.

 

Outro ponto de fundamental importância é que o controle de estoque por meio do coletor de dados integra as informações com o time de vendas. Essa sinergia é de extrema importância para a elaboração de campanhas, com o auxílio da equipe de Marketing, para ações comerciais que fomentem negócios à indústria e ao varejo.

 

Produtos vencidos, um grande problema

 

A pesquisa 2018 da Associação Brasileira de Prevenção de Perdas (Abrappe) aponta que grande parte das perdas no varejo farmacêutico refere-se a produtos vencidos. Como o lojista pode evitar isso para rentabilizar seu negócio? A gestão efetiva do estoque com um bom controle de ruptura, segundo o presidente da Abrappe, Carlos Eduardo Santos, em entrevista ao Guia da Farmácia, é a melhor forma de evitar as quebras operacionais, que são os produtos vencidos e também os avariados.

 

Especialmente no caso dos produtos vencidos, uma boa gestão do estoque, com o auxílio do coletor de dados, poderia evitar muitas dores de cabeça para o dono da farmácia. Com isso, não haveria risco em comprar produtos em excesso e nem contar com mercadoria parada na retaguarda. Sem controle, em ambos os casos, de qualquer forma, o resultado seria o mesmo: prejuízo na certa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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