TI é uma das áreas mais estratégicas para o varejo moderno. Muito além de resolver problemas técnicos, ela garante que os processos do dia a dia funcionem com eficiência, segurança e inteligência.
É ela que sustenta desde a integração entre sistemas até a proteção de dados sensíveis e, quando bem implementada, se torna uma aliada direta da performance operacional e do crescimento do negócio.

Quais são os papéis do TI dentro do varejo?
TI atua em diferentes frentes para que o varejo funcione sem sobressaltos, entregando valor ao cliente e gerando resultados consistentes.
Segundo a Gartner, 57 % dos varejistas planejam aumentar os gastos com software (incluindo TI) em 2024, enfatizando o investimento em marketing e tecnologia para manter competitividade em ambientes dinâmicos.
Além disso, a área de tecnologia é responsável por garantir que sistemas diversos conversem entre si, mantendo a operação integrada e alinhada aos objetivos do negócio.
Dessa forma, o varejista evita gargalos operacionais e oferece uma experiência mais fluida ao consumidor.
Integração de sistemas
TI faz a integração entre o ERP, e-commerce, o PDV e o CRM, conectando bases que costumam operar isoladas. Por exemplo, quando um cliente faz uma compra online, o estoque físico e virtual se atualiza em tempo real, evitando vendas duplicadas.
Essa integração se fosse feita de forma manual, teria que contar com diversos colaboradores e provavelmente haveria um erro no processo. Dessa forma, comprometendo tanto o estoque quanto a satisfação do cliente.
Afinal, se o estoque estiver com informações erradas, previsões sobre o inventário também vão estar erradas. Dessa forma, levando a empresa e a liderança a decisões estratégicas igualmente erradas.
Ao mesmo tempo, se o cliente fizer uma compra online e ir até o PDV indicado para retirar, mas o produto não está no estoque, isso pode gerar grandes problemas de confiança.
Segurança de dados e informação
TI não cuida apenas de cabos e servidores, mas zela pela segurança da informação. Além disso, facilita a implementação de políticas de backup, criptografia e controle de acesso, protegendo dados sensíveis de clientes e transações financeiras.
Ou seja, a área de tecnologia colabora para reduzir riscos de vazamentos de dados e interrupções motivadas por ataques cibernéticos, reforçando a confiança do cliente no varejista.
Isso é fundamental considerando que todas as empresas estão com dados dos clientes hoje em dia. Desde o momento da compra até o cálculo do LTV com base nas últimas ações do cliente no e-commerce.
Essas informações são uma vantagem estratégica, mas são uma responsabilidade para a empresa que somente o investimento em TI pode ajudar.
Segundo a VikingCloud, 80 % dos varejistas sofreram ataques cibernéticos em 2024, sendo que 68% relatam interrupções operacionais, com 46 % desligando sistemas ao identificar a violação. Dessa forma, reforçando a importância do TI para backup e criptografia de dados.
Continuidade operacional
TI é quem mantém o varejo funcionando 24/7, preparando planos de contingência e assegurando tempo de atividade elevado. Entretanto, não basta reagir a falhas, é preciso monitorar e antecipar problemas.
Algo fundamental de entender é que quando falamos sobre isso, estamos falando sobre os profissionais qualificados envolvidos nesse processo. Afinal, não basta apenas ter a tecnologia, como uma hospedagem cloud para o e-commerce da sua empresa, por exemplo.
É fundamental ter profissionais qualificados para entender como aquele problema específico pode ser solucionado. Não apenas de forma rápida, mas que ainda consiga criar camadas de segurança ou correções para que o problema não volte.
Tão rápido quanto a tecnologia da informação, é a Compex que disponibiliza serviço de assistência técnica com o menor tempo de resposta do mercado, rápido e sem burocracia, para que eventuais panes em equipamentos sejam solucionadas sem comprometer operações de checkout.
Qual a importância do TI para a escalabilidade do seu negócio?
TI é pilar central para quem pretende crescer sem grandes sobressaltos. Além disso, estabelece a base tecnológica que suporta novos pontos de venda, campanhas de marketing digital e expansão para marketplaces.
Isso significa que, ao planejar a abertura de uma nova loja ou entrar em um canal de vendas online, o varejista evita retrabalho e custos surpresa. Isso é o que acontece com empresas que foram mapeadas desde a consultoria prévia da Compex, por exemplo.
Ao considerar escalabilidade, é fundamental escolher soluções que cresçam junto com a operação. Por exemplo, optar por coletores de dados modulares permite adicionar funcionalidades sem trocar o equipamento inteiro.
Ou seja, o investimento inicial reflete não só na necessidade atual, mas em toda a trajetória de expansão. Afinal, um sistema que suporta 50 transações por segundo hoje pode ser dimensionado para 200 transações em poucos cliques na nuvem.
Além disso, TI estratégica facilita a análise de performance por loja e canal, gerando insights para alocação de recursos. Por exemplo, dashboards customizados mostram quais produtos têm maior giro em cada região, orientando compras e reposicionamento de estoque.
Em resumo, é fundamental para a escalabilidade da sua empresa porque possui múltiplos papéis fundamentais e podem ser modificados para acompanhar a expansão e necessidades da sua empresa. Porém, fique atento! Afinal, é necessário escolher soluções que já possuem esse aspecto modular.
Como você pode implementar o TI em cada PDV?
TI no ponto de venda vai muito além da instalação física de equipamentos. Ou seja, envolve processo, treinamento e suporte contínuo para que cada terminal entregue performance máxima.
- Mapeie os processos do PDV: Identifique quais etapas dependem de tecnologia (venda, pagamento, estoque, etc.). Isso ajuda a definir onde a TI precisa atuar de forma direta. Recomendamos que tenha ao lado profissionais experientes para mapear junto com a liderança.
- Garanta conectividade estável e segura: Invista em uma boa rede de internet, com redundância sempre que possível. Sem conexão, boa parte das operações para.
- Centralize as informações em sistemas integrados: Use softwares que conversem entre si (vendas, estoque, financeiro) para evitar retrabalho, atrasos e erros manuais.
- Estabeleça controle de acesso para colaboradores: Defina permissões por função dentro dos sistemas, garantindo segurança e rastreabilidade nas ações realizadas.
- Treine colaboradores: É fundamental que os colaboradores tenham um treino inicial e outro regularmente para garantir que todos saibam utilizar novas tecnologias e evitar formas erradas.
- Implemente rotinas automáticas de backup: Configure backups diários em nuvem ou local para proteger dados de vendas e cadastros em caso de falhas ou ataques.
- Atualize sistemas e equipamentos com frequência: Manter tudo atualizado evita vulnerabilidades, melhora o desempenho e reduz o número de chamados técnicos.
- Monitore a saúde dos dispositivos em tempo real: Use ferramentas para acompanhar o desempenho de computadores, terminais e sistemas. Dessa forma, permitindo antecipar falhas e acelerar correções.
- Crie um plano básico de contingência: Tenha uma alternativa para vendas offline em caso de instabilidade, além de procedimentos claros para retomada rápida da operação.
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